quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Convite Especial

Venha  trocar sua experiência conosco, seu envolvimento com a leitura e escrita, como você incentiva outros nesta busca.
Esperamos por você...

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Sabores da leitura na infância

A leitura para mim é algo vivo, como se as palavras se movimenta-se e desenha-se as paisagens , os personagens, e tudo que os meus olhos focam tornam-se verdadeiros. Tenho vício em leitura, tudo que toco procuro  rótulos ,  descrições, instruções , mesmo do que já sei usar. Acredito por ter sido alfabetizada em casa antes de frequentar uma escola e admirada por meus professores quando lia, pois era uma prática comum, eles se reunirem e pedirem para ler um trecho ou uma frase qualquer, me sentia encorajada e sempre fui motivada para novas leituras.  No ensino médio tive uma professora que demonstrava verdadeira paixão pelos clássicos e nos encantava com as narrativas sobre os livros que lia. O que fazia com que eu procurasse os mesmos títulos na biblioteca e lesse como ela descrevia que lia, à noite na cozinha.  Isso despertou o meu prazer na literatura e carrego até hoje o gosto e as sensações provocadas pelas aquelas leituras noturnas.
Autora: Paula Pereira
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Inovar na Educação

Por que inovar na educação?
Nossa sociedade está em constante mutação. Nesse caso, se a educação não acompanhar o ritmo, ficará fora de sintonia com a sociedade e sua qualidade será considerada aquém do desejável. Logo, não é admissível que, em uma sociedade em constante mudança, a educação permaneça imutável.

A questão é quão radicais, ou inovadoras, devem ser as mudanças a serem introduzidas em nossa educação.

“Mudança Educacional” e “Inovação Educacional” são expressões que estão em moda. Nicholas Negroponte, em
seminário realizado em 2004, defendeu a tese de que o grau de inovação, ou a radicalidade, nas mudanças que decidimos promover na educação é inversamente proporcional à qualidade que atribuímos ao sistema escolar. Se consideramos o sistema escolar excelente, não nos arriscaremos a introduzir grandes inovações ou mudanças radicais nele. Mas se o considerarmos ruim, admitiremos um grau muito maior de inovação nas mudanças que consideramos necessárias ou aceitáveis.

Isso significa que países como a Finlândia, em que o sistema escolar é percebido como de excelente qualidade, dificilmente serão os mais inovadores na área da educação. As maiores inovações, segundo Negroponte, deverão vir de países, como o Brasil, em que a qualidade do sistema escolar é considerada muito aquém do desejável.

Há razoável consenso entre os pensadores, hoje em dia, de que, embora a tecnologia, por si só, não vá conseguir introduzir as mudanças necessárias no sistema escolar, essas mudanças não acontecerão sem a tecnologia. Assim a tecnologia é condição necessária, mas não suficiente, das mudanças que o sistema escolar está a exigir – lá fora e aqui no Brasil.

Diante disso, a necessidade de introduzir mudanças inovadoras no sistema escolar a partir dos novos recursos tecnológicos aparece com força cada vez maior. Essas mudanças visariam a inserir os atores do meio educativo (alunos, professores, gestores e comunidade) na Sociedade da Informação e do Conhecimento – ou, inversamente, trazer a Sociedade da Informação e do Conhecimento para dentro dos ambientes de
aprendizagem vinculados à escola.

Sempre dependemos das tecnologias, desde a época da invenção da roda. Não obstante, as tecnologias – em especial as de informação e comunicação – vêm assumindo um papel cada vez mais importante em nosso viver diário, em nosso trabalho, em nosso lazer, e, naturalmente, em nossa aprendizagem. Além disso, essas mesmas tecnologias vêm evoluindo a um ritmo sem precedentes!......

Fonte: Em tempos de nativos digitais: a inovação educacional
Paloma Epprecht e Machado & Renata Mandelbaum*
Quer ver os outros tópicos acesse o site http://www.educared.org/educa/index.cfm?pg=internet_e_cia.informatica_principal&id_inf_escola=829

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

VOCÊ SABIA?


Assisti esse vídeo com meus alunos que estão fazendo o  Curso Aluno Integrado (MEC).
Achei muito interessante, principalmente para professores. Acredito que reflete o assunto estudado no Curso Leitura e Escrita em Contexto Digital.
 Documentário "Did you Know 2.0", produzido por Karl Fisch, traduzido em português por Marcio Lombardi e Bruno César dos Santos. Apresentado na reunião do Grupo de Pesquisa Científico-Acadêmica de Televisão Educativa e Mídias Digitais do Colégio e Faculdade Eniac (Guarulhos/SP em, 12/08/2009).

Infância e Leitura


Desde muito cedo, a leitura fez parte da minha vida, antes mesmo de dominar a competência leitora...
Meus pais, apesar de pouco estudo, me apresentaram esse mundo cheio de possibilidades, de acordo com seus recursos.
Recordo-me, em detalhes, da primeira HQ que tive contato e não sei mensurar quantas vezes solicitei que me fosse lida. Acompanhava as imagens, enquanto era pronunciado o que está escrito. Me recordo ainda, que eu mostrava o gibi para minha prima e explicava o texto verbal por meio da memória visual. Ele discorria sobre modalidades de corridas, explicando todas elas: maratona, revesamento, marcha, com barreiras. Devia ser muito pequena e não sei o fiz com esse livrinho... Também não me lembro de ver os personagens em outros gibis...
E então, as HQs fizeram parte da minha infância! Troquei muitos momentos de brincadeiras para ler um gibi alheio e ouvia reclamações por isso, pois as outras crianças queriam brincar.
Também não esqueço, as revistas para pintar, contos de fadas, em especial um livro de "o que é, o que é", que em determinado momento minha mãe passou na máquina de costura, pois estava se desfazendo.
Estudei numa classe multisseriada até a 3ª série, numa escola rural. Fui alfabetizada na companhia de Didi, Fábio, Totó, Mimi, Papai, Mamãe, Vovô, Vovó e o Bebê por meio da Cartilha Caminho Suave. Cresci na companhia de muitos outros livros, dentre eles: A Pequena Princesa, Meu Pé de Laranja Lima e muitos outros da Série Vagalume.
Apesar de fazer escolhas de leitura, algumas vezes, éramos obrigados a ler determinados livros escolhidos pelo professor, porém quando se toma gosto pela leitura, lê-se por prazer.
Agradeço imensamente a oportunidade de conhecer a leitura desde cedo, pois sei que teve grande influência em minha vida.

Autora: Valéria Camila Pereira
Produção atendendo a proposta no Curso Leitura e Escrita em Contexto Digital

sábado, 20 de outubro de 2012

Sabor da Leitura para você

Boa noite a todos, que tal deixar sua participação aqui sobre o sabor que tem a leitura para você?

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Incentivo à leitura

Fonte tirada da internet: http://www.youtube.com/watch?v=geQl2cZxR7Q

Infância e Leitura

 
 
Esse espaço é voltado para você postar como foi sua descoberta pela leitura. Criamos este blog para trocarmos experiências sobre o assunto, conte-nos como foi seu processo de aquisição da leitura. As informações aqui contidas são voltadas para um curso promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.
Vamos lá participe desta discussão......
 
De acordo com a proposta do curso redigi como foi a minha experiência com a leitura:
Eu sempre gostei de ler, mas não exageradamente como alguns citaram nos seus depoimentos, passei a gostar da leitura de fato, quando iniciei minha faculdade no ano de 1999. Como optei pela licenciatura em História tinha que ler muitos textos e diversos livros, a partir daí tomei gosto pela leitura e leio diversos textos não só relacionados à disciplina que leciono, mas também outros gêneros, como sobre as dificuldades de aprendizagem, pois estou cursando pós em psicopedagogia. Acredito que com o passar do tempo vamos buscando novas leituras, que consegue nos transportar para outros mundos como a própria Marilena Chauí afirmou. De fato, isso ocorre. Quando somos crianças lemos os livros de faz de conta, porque queremos construir novos mundos paralelos àquele que vivemos. Lembro-me que durante meu Ensino Fundamental meus professores de Língua Portuguesa pediam a cada bimestre que lêssemos um livro e depois era feito uma avaliação desta leitura, um deles foi “Os barcos de papel”. No Ensino médio me recordo que lia muito conto, poemas, as famosas cantigas de amor, entre outros, acredito que estas experiências acabaram contribuindo para o gosto pela leitura, que como já citado foi mais desenvolvido na época da faculdade.
 
Autora Vivian